A primeira polémica WSOP 2026 são os patches proibidos


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Ainda nem foi dado o shuffle up and deal das World Series Of Poker 2026 e já temos a primeira polémica do verão em Las Vegas.
O tema anda à volta dos patches, patrocínios e roupa usada pelos jogadores nas mesas televisionadas. As WSOP decidiram apertar as regras e agora qualquer peça de roupa com branding terá de ser aprovada previamente pela organização, pelo menos 24 horas antes da utilização.
Caso contrário? O jogador pode ser obrigado a remover os logos quando chegar à feature table. E se se recusar, arrisca penalizações e até desqualificação.
Naturalmente, isto caiu muito mal junto de vários jogadores profissionais, principalmente porque muitos deles têm contratos de patrocínio e entendem esta medida como uma tentativa clara das WSOP de controlar quem pode — e quem não pode — aparecer nas transmissões oficiais. Como costume, Patrick Leonard, patrocinado pela CoinPoker, foi ao X dizer das suas e colocar em causa o seu calendário para o verão 2026.
Re: @25kfantasy not sure what/if I’ll play. Currently been denied to wear a patch, which I believe can lead to disqualification at the tournament directors discretion.
— Patrick Leonard 🫡 (@padspoker) May 15, 2026
I imagine, as with a lot of other players, this will complicate things. I understand and respect WSOP is more… pic.twitter.com/GrkEXEF83I
A discussão rapidamente explodiu nas redes sociais e já há quem acuse as WSOP de estarem a proteger demasiado os sponsors oficiais da série, limitando a exposição de marcas concorrentes. E convenhamos… isto não aparece do nada.
Nos últimos anos, as WSOP têm tentado profissionalizar cada vez mais o produto televisivo e comercial da série. Mais controlo sobre imagem, branding, conteúdos e transmissões. O problema é que muitos jogadores continuam, e bem, a olhar para o poker como um espaço onde a liberdade individual sempre fez parte do jogo.
E quando mexes em dinheiro de patrocínios vais sempre criar barulho.
Há também quem ache tudo isto um exagero. Afinal, as WSOP são um produto privado e faz algum sentido que tentem proteger os parceiros comerciais que pagam milhões para estar associados ao evento.
Mas a verdade é que a linha entre “proteger sponsors” e “controlar demasiado os jogadores” é bastante fina. Agora resta perceber até onde as WSOP estão dispostas a ir para fazer cumprir estas regras. Porque uma coisa é enviar emails e atualizar regulamentos. Outra completamente diferente é começar a mandar jogadores tirar patches em direto durante streams ou mesas televisivas.
Ainda estamos em maio, como diz Gus Hansen "It's going to be a great summer!"





