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“You have to think of the player. You have to!” Adam Pliska, CEO WPT

Na semana passada transcrevemos alguns dos pontos mais fortes que Rob Yong deixou no podcast com Joe Ingram, esta semana é a vez de mais um nome forte do poker ao vivo, mais precisamente o WPT CEO Adam Pliska. Com uma posição de maior responsabilidade no panorama mundial do poker ao vivo, Pliska aborda questões como o impacto da pandemia do poker, ao vivo e online, produção de conteúdo, até conselhos sobre relações entre outros durante pouco mais de uma hora de conversa.

No passado era o nível de tecnologia que separava quem conseguia produzir conteúdo, agora é uma questão de qualidade do conteúdo.” Adam Pliska

A meio, sensivelmente, do seu actual contracto, Adam Pliska vê com bons olhos a democratização na produção de conteúdo que a internet fez explodir no poker de hoje em dia, para o WPT, uma entidade que faz o seu rendimento da venda de conteúdos em canais de televisão e conceitos mais “mainstream”, espera que o tempo de paragem seja apenas um momento na história dos eventos ao vivo:

“The good news is we’re a strong brand and we have a strong business model,” respondeu a uma entrevista à PokerNews, “We’re a diversified revenue base so the company will do fine. It wouldn’t do fine if it went for 10 years, but it won’t go for 10 years.

Para Pliska, o World Poker Tour é mais do que mais uma oferta de poker, é sobre entusiasmo, diversão e momentos memoráveis na contínua história do poker, algo concentrado na experiência do jogador. As diversificadas localizações onde o WPT tem paragens procura aproveitar os contextos únicos de cada um dos cantos do globo para onde levam poker ao vivo. Com a mais de meia centena de países indisponível nesta diferente fase da humanidade, Adam procurará desenvolver o conteúdo de qualidade em conjunto com a partypoker, para já, com base na ideia de sucesso The King’s Celebrity Poker Challenge:

A mais de meio da conversa, Adam foca o ponto central que já Rob Yong havia destacado: ecologia, ecologia, ecologia!

You have to think of the player. You have to! I could make the World Poker Tour more profitable by, in a year, eliminating a lot of stuff we give at the players.”

Pliska atenta ao período de 2007, quando o WPT não estava em condições de saúde financeira, apontando às lições aprendidas: é o que acontece quando não reinvestes. As visões mais agressivas, que motivam as preocupações justificadas dos movimentos de Jogo Responsável, prejudicam o jogo online, pois espremer todos os fundos do jogador é sempre pior do que manter o mesmo cliente por longa duração.

“You’re killing the business, you’re killing the liquidity of your business. It’s asinine over the long term”

[Para contexto, asinine pode ser traduzido para extremamente estúpido…]

Para o WPT é mais fácil do que na concorrência dos operadores online, pois as parcerias com marcas de renome, os acordos com os estabelecimentos (casinos, hoteis, resorts), a venda de conteúdo na televisão, e não só, mais a diversificação para o online, cria um modelo de negócio que Pliska descreve como uma “brand licencing and community activation company“. Este modelo de negócio mais diversificado, mas também baseado na reputação da marca demorou oito anos a ter retorno financeiro.

Antes de fechar, Adam admite que o mais recente festival, este online, em conjunto com a partypoker já era algo que estava pensado e que foi apenas antecipado e acelerado de forma a responder à pandemia. Já o próximo festival, também online, WPT World Online Championships criará cinco entradas novas para o WPT Champions Club, que serão tratadas de igual forma a um vencedor ao vivo, com o, entre outras coisas, apuramento para o WPT Champions Cup.

O ano que mudará o mundo também mudará o poker e Adam parabeniza a partypoker pelo “excelente trabalho a descortinar o ano 1″.

Vídeo completo do Poker Live Podcast com Adam Pliska:

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