Elie e Campos querem provar em Tribunal que poker não é um jogo de azar

Os dois arguidos no processo Black Friday, apresentaram uma moção pedindo para que lhes seja dada permissão de apresentar provas ao júri, no sentido de provar que o poker online não é um jogo de azar, e como tal não deveria estar sob a alçada do UIGEA.

Provando que o poker online não é um jogo de azar, este deverá deixar de fazer parte do Unlawful Internet Gambling Enforcement Act (UIGEA) e também do Internet Gambling Business Act (IGBA).

Se conseguirem convencer o júri de que o poker online é um jogo de perícia e não de azar, esperam que as acusações que pendem sobre eles, de oferecerem jogo ilegal, sejam retiradas.

O Departamento de Justiça já respondeu, dizendo que deverá ser um Juíz e não um Júri a determinar se o poker online é legal ou não. Dizem ainda que foram quebradas, pelos dois arguidos, leis de pelo menos 9 estados dos EUA, onde são proibidos todo o tipo de jogos de cartas online. Violando leis estatais, estavam então a violar o UIGEA e o IGBA.

O departamento de justiça lembra ainda que o parágrafo do UIGEA que esclarecia os jogos sobre os quais incidia, foi alterado de “jogos com factor predominante de sorte, para jogos sujeitos à sorte”, exactamente para também alcançar o poker online.

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1 Comentário

litleriver há 6 anos

Decisão juridica manhosa. Assim sendo QUALQUER jogo tem uma componente de ficar "... sujeito à sorte". Basta estarmos vivos para estarmos sujeitos à sorte.



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