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“Jogar Póquer é a profissão deles” – Revista Sábado à conversa com 4 profissionais portugueses

18/04/2021
PavlovDoorman

Os leitores da Revista Sábado desta semana, podem encontrar o artigo “Jogar póquer é a profissão deles“. Artigo que conta com o testemunho de 4 profissionais portugueses: Francisco Lopes, João Rodrigues, Jorge Dinis e Rui Bouquet.

Num artigo assinado por Filipa Teixeira, os 4 jogadores destacam a necessidade do estudo para se ser um jogador profissional de poker bem sucedido e também o bem-estar mental.

Logo a abrir Rui Bouquet recorda quando ganhou o evento #1 do PokerStars Festival Lille de 2017, pois foi nesse dia em que a sua mãe lhe dirigiu uma palavra positiva sobre o poker, desde que Bouquet tinha decidido abandonar a carreira de médico de Saúde Pública para se dedicar por inteiro ao poker.

“Espectacular”. Foi esta a mensagem que pôs Rui Bouquet, acabado de ganhar um torneio em Lille, a chorar numa mesa de jogo. “Foi a primeira palavra positiva que a minha mãe me disse em relação ao póquer…

… “Durante uns tempos ligava-me seca. Estava mesmo fod***! Toda a gente da geração dela via o póquer como uma coisa que arruinava fortunas, que levava à miséria. Mas isso é por desconhecimento e estigma social.”

Além de lembrar esse momento, Rui Bouquet diz ainda que “um jogador que não estuda, não consegue chegar lá“, e aborda a componente psicológica do jogo: “o que vai distinguir um jogador bom, de um muito bom é a parte mental.”

Se Bouquet já tinha acabado os seus estudos, Francisco fdmlopes93 Lopes decidiu começar a carreira profissional um pouco mais cedo:

Eu já ganhava em média €200 por mês sem me dedicar a 100%. Quando acabei o secundário, o primeiro objectivo foi ganhar €1.000.

Fdmlopes93 diz ainda que “tenho a perfeita consciência de que na maior parte dos dias vou perder dinheiro, mas quando ganho, ganho muito mais. É preciso acreditar no processo que estamos a fazer“.

E nesse processo entra o trabalho psicológico, que neste artigo é abordado por Filipa Machado, psícóloga que há mais de 2 anos trabalha com a equipa de Jorge Dinis.

A mente está muito ativa e é ela que conduz o jogador à vitória ou à sabotagem.

Para Jorge o “estar sempre em dúvida se estamos a fazer bem ou não“, é um dos factores de maior instabilidade emocional. Enquanto que João Rodrigues indica que o seu calcanhar de Aquiles é o controlo da ansiedade.

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