PokerStars
$600
Deposita com a Skrill, o nosso método de depósito preferido! + SCOOP + Satélites EPT + Satélites Solverde Poker Season + EducaPontos
CÓDIGO
DE BÓNUS
POKERPT
iGame
€10 Grátis
€10 gratuitos no Fast Poker; Satélites Knockout Poker Tour & Tróia Tour
CÓDIGO
DE BÓNUS
POKERPT
Lock Poker
35% Cashback
Deposita com a Skrill, o nosso método de depósito preferido!
CÓDIGO
DE BÓNUS
PKPT
Bestpoker
8x até $2k
Deposita com a Skrill, o nosso método de depósito preferido! + Até 40% Cashback
Titan
$20 1ºdep.
Deposita com a Skrill, o nosso método de depósito preferido! + $20 gratuitos com 1º depósito mínimo de $20 + Oferta Poker Calculator + 200% de 1º depósito até $1.000
CÓDIGO
DE BÓNUS
POKERPT
Poker770
€50 Grátis
Deposita com a Skrill, o nosso método de depósito preferido!
Do Solverde Season até Vegas
2 de Setembro de 2009 às 22:53
15Dia 8 de Março de 2009. Vá lá saber-se porquê mas o número 8 tinha de estar lá… Por entre alguns bons prémios online lá surgia, nesse dia, o tão ambicionado resultado ao vivo.
Na etapa 3 da PokerStars - Solverde Poker Season, a chegada à mesa final foi uma espécie de confirmação moral que precisava para ter a certeza de uma ida até Vegas alguns meses mais tarde. Ainda que há algum tempo a decisão já estivesse “praticamente” tomada, por coincidência ou talvez não, as aspas do praticamente caíram poucos dias depois desse torneio em Espinho.
Com o Kinas (Paulo Nunes) na logística, tudo ficou a postos para o que esperava ser uma experiência daquelas para mais tarde recordar. Mas, como algum dia teria de acontecer, o que se passou em Vegas desta vez não fica apenas em Vegas. Pelo menos uma parte…
Mas isso, apenas e só, porque o Jomané (João Nunes) se lembrou de me pedir para escrever algo sobre o que quisesse para o PokerPT.com. “Amigo….isso é muito vago…” foi obviamente a minha primeira frase após o convite. Daí até este testamento que agora têm na vossa frente passaram seguramente uns 20 ou 25 dias.
Até que o Jomané se lembrou: “E porque não falas da adaptabilidade que tiveste de ter para jogar um torneio de 1,5k em Vegas?”
Escusado será dizer que os segundos imediatamente seguintes a isto foram de silêncio absoluto findos os quais saiu o tão esperado “hã?”
“Sim, podias falar do que é que tiveste de alterar na tua forma de jogar de Portugal até Vegas. Podias falar da diferença de estrutura dos Solverde para o torneio que jogaste nas WSOP “ esclareceu.
E do “hã?” inicial evoluímos para um “ah!”.
E portanto cá estou eu pronto para falar disso, embora tenha a mais convicta certeza que tão cedo não me convidam para outra como esta. É que, eu até gosto de falar de poker mas o meu vocabulário na área não vai muito de encontro aos “shoves”, “fold equity” e “pot commitments” tão em uso na nossa comunidade.
Ainda assim cá vai…
Sempre ouvi dizer que os Solverde são uma “turbalhada” e que a partir de determinada altura só se joga (?) em allin mode. Para espanto meu quando vejo a estrutura do Event 51 das WSOP que iria jogar, noto nas 4500 fichas iniciais.
“Mas…em Espinho arrancamos com 5k iniciais e ainda temos hipótese de rebuy e addon nos dois primeiros níveis e num torneio das WSOP só nos dão 4,5K???” pensei.
Uma dúvida desfeita olhando para os dados seguintes.
- Em Vegas teria blinds de 1 hora contra os 35 minutos da Solverde Season.
- Quando me sentei para jogar o Event 51 das WSOP encontrei uma mesa bem diferente das que estava habituado a encontrar nos Solverde.
- E desde logo percebi que seria acessível ganhar alguns potes iniciais se adoptasse uma estratégia mais ou menos activa.
Porque lá, era grande a preocupação da larga maioria dos jogadores da mesa em encontrar uma mão que lhes permitisse dobrar a stack ou, pelo menos, torná-la mais confortável e jogável.
Ainda assim, nas primeiras duas horas fui, até mesmo para espanto próprio, dominador na mesa. As minhas apostas eram respeitadas e ao final dos dois primeiros níveis já tinha conseguido chegar bem perto das 7.000 fichas.
No arranque do terceiro nível os meus 
aguentaram-se numa corrida contra 
e saltei para perto das 9.000. E embora esse pote não tenha sido grande permitiu encarar o torneio de forma bem mais promissora sobretudo porque, a partir desse momento, estive sempre acima da média. E ainda que alguns digam que a média de fichas não é importante, eu sou claramente daqueles que prefiro estar acima dessa média. Não sei…deve ser uma fixação minha.
Dos primeiros níveis em Vegas damos um salto até idêntico momento da Solverde Season. Aqui a realidade é outra e bem mais dinâmica. Existe sempre conforto de poder arriscar mais à procura de um double up ou de um fortalecimento da stack, sabendo de antemão que uma má jogada pode sempre ser “rectificada” com o rebuy disponível ou então, mais tarde, com o addon.
Em Vegas a história era outra. Nos primeiros níveis uma jogada mal calculada, um risco mal assumido, alguns potes perdidos, deixavam-nos em situação difícil. Em sentido inverso um amealhar de fichas nos primeiros 3 ou 4 níveis permitia encarar o resto do torneio com outra segurança. Sim porque, a partir das 4 ou 5 horas de jogo é que tudo muda ou, se preferirem, após o jantar.
E quem joga Solverdes sabe bem o que significa a pausa para jantar: “Epá, estou short vou ter de meter todas…”, “Tive uma jogada muito má na última mão antes do break. Agora só tenho 10k e vou ter de arriscar já a seguir ao jantar.”
Enquanto no Solverde o primeiro nível após o jantar é sinónimo de dealers a gritar “Allin e call na mesa 4”, em Vegas o report da Xika dava conta de um “Marco Hélio calmo nas 14 mil fichas”.
O nível de jogabilidade sofre alterações importantes. Em Vegas com 14k no arranque do 5º nível estou 4k acima da média (lá estou eu com esta mania…) com blinds ainda a 100 – 200. Em Espinho e com 11k no arranque do mesmo 5º nível limito-me a estar na média com blinds a 150-300 e ante de 25.Em Vegas depois da pausa para jantar e com 14k dava para quase dormir em cima das fichas se tal fosse necessário.
Com o andar da carruagem tornou-se um pouco mais complicado de ganhar potes com mãos marginais, uma vez que os shorts da mesa assim o não permitiam e eu, confesso, também não estava muito interessado em baixar a stack. Porque também via jogadores a caírem com uma cadência muito grande e o ITM estava cada vez mais perto e, sobretudo, cada vez mais possível de alcançar.
Só que mesmo que quisesse não podia “ficar sentado em cima delas”. É um facto que ajuda ter algumas boas mãos e elas foram surgindo durante o primeiro dia. Faltavam 3 jogadas para ir descansar para o hotel e voltar no dia seguinte quando consegui uma dobra importante. Um Short vai allin de quase 18k….e eu com QQ resolvi dar call e fechei o primeiro dia com umas muito razoáveis 62.500 fichas…a média em 31k….e as blinds subiriam para 400 – 800 e ante de 100. Em Espinho e após o jantar a coisa já tinha sido mais complicada. Para passar ao segundo dia já tinha feito uma mão cheia de allins e mais duas ou três de jogadas de risco pouco calculado….
Ainda assim na passagem do dia 1 para o dia 2 tinha 129k e as blinds subiriam para 5k – 10k com ante de 1000. Já estava ITM e apesar de a stack até parecer algo curta era, no momento, 12º entre os 29 ainda em prova. E apesar dos níveis serem nesta altura completamente diferentes voltamos a encontrar um ponto de contacto mais visível entre ambos: a jogabilidade.
Em Vegas no arranque do segundo dia era óptimo sentar-me na mesa com 62k na minha frente e à procura dum tão desejado ITM nas WSOP. Tinha stack suficiente para adoptar uma estratégia tranquila que me permitisse chegar lá. Em Espinho 129k eram sinal de algum conforto e de nova subida do grau de jogabilidade à procura duma final table. E nessa FinalTable ainda viria um bónus extra: o recuar de dois ou três níveis na estrutura para blinds um pouco mais “suaves”.
O resto já se sabe…
No final, fico com a ideia que jogar em Vegas e em Portugal é um pouco como pegar no comando e andar naquelas pistas de carros que todos tínhamos quando éramos pequenos. Umas pistas que tinham uma ponte espectacular que todos gostávamos de construir e onde os carros mais cedo ou mais tarde acabavam sempre por se cruzar.
Mesmo que um bólide (Solverde) seja, em alguns momentos, mais “turbo” que o outro (WSOP).
Um abraço.
Shadow88!
(15) Comentáriostikita
disseGostei maninho gémeo...ehehehe
RugbyWolf
disseAbraço e parabéns pelos bons resultados!
xika
disseGostei muito de ler! Para o ano voltamos lá?
Nelbet
disse
JoMané Pokerpt
disseObrigado e parabéns.
Um abraço,
João Nunes
Daniel
disse.preço das bebidas nas mesas
.média do volume de silicone injectado pelas empregadas de mesa nos seus peitinhos
.variedade de cocktails disponiveis no bar
.tamanho médio dos decotes das mulheres que não sabendo jogar poker, distraem os oponentes mais rebarbados com o seu par... de damas
Mas pronto... gostei à mesma.
jfk007
disseQuando é o próximo post?
PavlovDoorman
disse
miguelfaf
disseUm Post bem elaborado e explicito nas diferenças entre Solverde e WSOP.
Continua ... cá estaremos para ler !!!
oversleep
disseÉ mesmo só para dizer que tá bastante bem elaborado... não choramingues tanto "ai não sei o que escrever e tal e coisa..." - bahhh chorinhas!! :)
:)
Parabéns amigo... queremos mais.
Moliceiros
dissecongratz
Neon710
disse
arkitect8 disse
soul_caster
disse
disse
Shadow88 - Marco Hélio

Marco Hélio tem 34 anos e é uma das figuras mais mediaticas da nossa comunidade, aparecendo quase diariamente nas reportagens desportivas da RTP. Apesar de levar o poker como um Hobbie já tem no seu curriculum vários resultados de relevo online, uma Final Table no Solverde e um ITM nas WSOP09.
Últimos posts
- De momento não existem mais posts no Blog de Shadow88.


